Fidelis Baniwa

A pré-candidatura de Fidelis Baniwa ao Executivo de São Isabel do Rio Negro (AM), busca fortalecer lideranças indígenas nos espaços de tomada de decisão após 520 de genocídio e exclusão desses povos. Assim, esta atuação conta com diversas causas sociais, econômicas, políticas e ambientais. Também dialoga com iniciativas que busquem soluções para eixos temáticos como: direitos indígenas, territórios, cultura, meio ambiente, saúde, educação, questões raciais, questões de gênero e antiproibicionismo.
Você pode contribuir financeiramente a partir de R$10 com uma campanha feita por muitas mãos para eleger o primeiro prefeito indígena de Santa Isabel do Rio Negro (AM).
Acesse: https://www.queroapoiar.com.br/fidelisbaniwa
Fidelis Baniwa – 46 anos, nasceu no Igarapé Mabaha, na Comunidade indígena Ingaíwa, pertencente ao povo Baniwa, no município de Santa Isabel do Rio Negro (Tapurukuara) – Amazonas - Brasil. Militante do Movimento Indígena, foi vice coordenador do MEIAM - Movimento dos Estudantes Indígenas do Estado do Amazonas (1998-2002), anos depois, representou a COIAB – Cordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, no grupo de trabalho para Formulação de Políticas Culturais para os Povos Indígenas do Ministério da Cultura em Brasília (2005), e posteriormente eleito coordenador da COIPAM – Coordenação das Organizações e Povos Indígenas do Amazonas (2012-2016). Na área artística, destaques para atuação na Cia. Vitória Régia de Teatro na peça “ Antes o Mundo Não Existia” (2000), e no ano seguinte iniciou os ensaios para o teatro de rua “O Casamento da Filha de Mapinguari” (2001) com apresentações de conscientização ambiental nas ruas da cidade Manaus e também na peça a “Maravilhosa Estória do Sapo Tarôbequê” (2005), todas com direção de Nonato Tavares. Na Televisão, atuou como um dos protagonistas no papel de Joe Caripuna, Minissérie Mad Maria na Rede Globo (2005) com direção de Ricardo Waddington. No cinema interpretou o personagem Galdino Pataxó no curta metragem “A Noite Por Testemunha” (2009) com direção do brasiliense Bruno Torres, e o personagem Cacique Izararí, no filme Tainá 3 – A Origem (2011) com direção de Rosane Svartman, e mais recentemente participou do filme “Antes o Tempo Não Acabava” (2015) do diretor amazonense Sergio Andrade e do paulista Fábio Baldo. Entre os títulos ainda não lançados estão o curta “Vendo Boto” no debut de Nonato Tavares na direção de cinema, e o longa metragem “O Adeus do Comandante” com direção de Sérgio Machado e adaptado do romance de Milton Hatoum “Cidade Ilhada”. Na música, iniciou o grupo de cantores Wiyaegutucumu (2000-2001) com canções em Nheengatu, Tikuna e Munduruku. Hoje faz apresentações com o grupo Ywi Rayra que pesquisa e compõe canções em Nheengatu e entoa a música indígena em memória da ancestralidade.