Profª Fátima Pacheco
Eu não entrei na política por vaidade. Entrei porque alguém precisa ser a voz de quem não tem espaço nas decisões: os professores sobrecarregados, a comunidade surda e os animais que sofrem com violência extrema e ficam sem resposta.
1. Educação Especial só é bonita no papel
Na prática, quem vive a sala de aula sabe: estamos sozinhos.
Falta investimento, falta rede de apoio, falta profissional de apoio, falta formação continuada. O professor vira psicólogo, enfermeiro, cuidador e pedagogo ao mesmo tempo, sem estrutura e sem reconhecimento. Isso não é inclusão. Isso é sobrecarga com nome bonito. Eu sei disso porque vivo isso todo dia como professora e coordenadora pedagógica. E quem vive, sabe o que precisa mudar.
2. A impunidade mata e adoece
Animais são espancados, abandonados, torturados e os casos são arquivados. Quando não há punição, a crueldade vira rotina. Eu vou fiscalizar, pressionar por leis que peguem de verdade e cobrar do Estado o que é obrigação dele: proteger quem não pode se defender.
3. O professor merece respeito, não discurso vazio
Nós somos a categoria que sustenta a base da sociedade, mas somos os últimos a ser ouvidos. Eu quero levar pra Assembleia Legislativa a voz de quem está na ponta: do professor da rede, do profissional da Educação Especial, da comunidade surda que precisa de políticas bilíngues reais, não de promessa.
Meu compromisso é simples:
- Trabalhar por leis que saiam do papel e cheguem na sala de aula, no abrigo, na delegacia.
- Fiscalizar o dinheiro público para que ele chegue onde tem que chegar.
- E lembrar todo dia que política existe pra servir a quem trabalha e a quem não tem voz.
Eu posso não ter o nome conhecido, nem o caixa de campanha dos outros, mas eu tenho 3 coisas que dinheiro não compra: vivência real, indignação legítima e coragem pra falar. Se você também acredita que Educação Especial precisa sair do papel, que professor merece apoio e que crueldade animal não pode ficar impune, então a gente tá do mesmo lado.