Marcelo Freixo

Quem me conhece sabe de onde eu venho. Fui professor de história e comecei a vida pública defendendo direitos humanos numa época em que isso custava caro — e ainda custa. Como deputado estadual, presidi a CPI das Milícias: enfrentamos gente armada, gente com poder, gente que matava, e colocamos mais de 200 pessoas na cadeia, incluindo os chefes dessas organizações. Recebi ameaça de morte por isso. Digo isso por um motivo só: as ameaças nunca me calaram. E não vão calar agora.
Nessa eleição, vou disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Porque o Rio mudou, o Brasil mudou, e pela primeira vez em muito tempo dá para fazer as coisas direito. O crime organizado já não é o que era: cresceu, dominou território, entrou na economia e na política. Hoje, 4 milhões de pessoas moram em territórios dominados pelo crime no Rio. Isso não se enfrenta com bravata nem com operação que derrama sangue para lucrar nas eleições. Se enfrenta com inteligência, com lei, com investigação séria e com coragem.
Eu sei tirar projeto do papel porque já fiz. Fui deputado federal, líder da oposição a Bolsonaro, eleito duas vezes o melhor deputado da Câmara — por gente de todos os campos, inclusive por quem discordava de mim. Na presidência da Embratur, unimos boa política com capacidade técnica e batemos todos os recordes de turismo do país. Provamos que turismo é emprego, é renda, é vida que muda em territórios que sempre foram esquecidos.
Esta campanha não é financiada por quem quer comprar favores. É financiada por você.
Cada doação que chega aqui é uma pessoa dizendo que acredita que dá para fazer política sem trair princípios. Eu nunca precisei negociar os meus valores para tirar projeto do papel. Mas para chegar lá e fazer essa disputa de igual para igual, eu dependo de muita gente colocando um pouco.
Doe o quanto puder. Tudo conta, e tudo é transparente. Quando muita gente apoia, ninguém é dono da campanha a não ser quem a sustenta: o povo do Rio.
Contribua agora. Vamos fazer isso juntos.