Jr Freitas
50013VAMOS ELEGER O PRIMEIRO DEPUTADO ENTREGADOR DO BRASIL! 🏍️✊🏾
Os candidatos da direita têm recursos, equipe, estrutura e o fundão eleitoral. Eu não tenho a máquina, mas tenho a rua, a coragem e a organização de quem vive o corre das ruas. Meu nome é JR Freitas, sou motoboy em São Paulo há 23 anos, de esquerda, e quero ser o primeiro Deputado entregador do Brasil.
Os aplicativos e as grandes empresas lucram com o nosso suor, mas nos deixam sem direitos básicos. Esta campanha é uma ferramenta de autodefesa. Não é apenas sobre um candidato, é sobre colocar um de nós na ALESP para enfrentar o sistema que nos desumaniza.
Minha pré-campanha é de autodefesa, em cima de duas rodas e no boca a boca. Com a sua contribuição, seja de R$ 5, R$ 20 ou R$ 50, vamos mostrar que o trabalhador pelo trabalhador pode chegar longe!
PODER PRA QUEM TÁ NO CORRE!
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- Doando de R$ 5,00 a R$ 15,00 você contribui com nossa estratégia de impulsionamento digital para furar a bolha do algoritmo e enfrentar as mentiras da extrema direita
- Doando de R$ 15,00 a R$ 25,00 você nos ajuda com nossa produção de materiais físicos (adesivos e panfletos) para agitação em pontos estratégicos de circulação de entregadores
- Doando de R$ 25,00 a R$ 50,00 você fortalece com a estruturação da nossa equipe e contribui para a produção de conteúdos cada vez melhores em nossas redes sociais
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Se você não pode contribuir financeiramente agora, também pode fortalecer o nosso corre de outras formas:
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- 📢 Vá às ruas: Participe dos atos, mobilizações, encontros e atividades da nossa pré-campanha em São Paulo.
- 🗣️ Converse com as pessoas ao seu redor: Apresente nossa luta para amigos, familiares, colegas de trabalho, entregadores e motoristas por aplicativos e todo mundo que acredita que trabalhador deve representar trabalhador.
Trajetória
- 1982 a 1988
Nascimento e infância no Capão Redondo
Elias Pereira Freitas da Silva Júnior nasce em Taboão da Serra. Por volta de 1988, com 4 ou 5 anos, muda-se com a família para o bairro do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo, que na época era considerado um dos lugares mais perigosos do mundo. Filho de um pedreiro e de uma dona de casa que não sabia ler nem escrever, cresce sob as dificuldades e as lutas da quebrada.
- Década de 1990
Ingresso no hip-hop e conclusão dos estudos
JR ajuda o pai trabalhando no bar e mercadinho da família, acordando às 5h00 para receber os pães. Conclui o ensino médio no período noturno na Escola Estadual Café Filho. Encontra na arte sua válvula de escape e, no final dos anos 90, período de efervescência cultural na Zona Sul de São Paulo, participa de projetos de teatro e integra o grupo Rapa da Godói.
- Início dos anos 2000
Turnês pelo Brasil com os Racionais MC's
Passa cerca de sete anos viajando pelo país em turnês nacionais abrindo os shows dos Racionais MC's. A convivência diária com Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay consolida sua forte consciência racial, de classe e sua visão crítica sobre a desigualdade social.
- 2002
Início no asfalto como motoboy profissional:
Após o falecimento precoce de seu pai devido a problemas de saúde, assume aos 20 anos a responsabilidade financeira da casa. Sem moradia própria, usa seu último recurso para tirar a habilitação, compra sua primeira moto com zero de entrada e inicia sua profissão de motoboy sob o regime CLT, anos antes do surgimento dos aplicativos.
- 2019
Transição para as plataformas digitais de entrega
Se casa com sua companheira Jéssica e, no mesmo ano, torna-se pai de meninos gêmeos. No mesmo período, atraído pelas promessas iniciais de flexibilidade e autonomia, decide deixar o emprego tradicional de carteira assinada para se dedicar inteiramente às entregas por aplicativos.
- 2020
Impacto da pandemia e despertar político
No início da pandemia de covid-19, passa 14 dias internado por complicações respiratórias enquanto sua esposa perde o emprego e a família acumula dívidas. Sem receber qualquer suporte ou assistência das plataformas que lucram bilhões, percebe a armadilha da suposta autonomia e desperta para a urgência de disputar os espaços de decisão política.
- 2022
Articulação política e mobilização para os Breques
Utiliza um contato estratégico na imprensa (coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo) para anunciar uma grande paralisação de entregadores em São Paulo. A repercussão força o governo federal a abrir negociações e marca o início de uma novo momento para os trabalhadores por aplicativos.
- 2025
Ingresso no Movimento dos(as) Trabalhadores(as) Sem Direitos e atuação na BASE
JR percebe que havia a necessidade de se organizar politicamente em uma organização com possibilidade real de alterar as estruturas sociais por meio do trabalho de base. Nesse processo, conheceu e ingressou no Movimento dos Trabalhadores Sem Direitos (MTSD), movimento nacional que organiza trabalhadores da economia popular, onde passou a atuar como coordenador estadual.
- 2026
Coordenação do breque dos apps e pré-candidatura pelo PSOL
JR atua como uma das principais lideranças das paralisações nacionais do Breque dos Apps em 2025. Reconhecido como referência nacional da categoria, ele participa de agendas oficiais com o presidente Lula no Palácio do Planalto e consolida sua pré-candidatura a deputado estadual pelo PSOL para as eleições de 2026.