Dra. Cátia Justo
Dra. Cátia Justo: uma vida inteira ao lado de quem precisa
Médica formada na escola pública, militante desde a ditadura, professora e pesquisadora do SUS. Agora, pré-candidata a deputada federal por Sergipe, para levar a Brasília a experiência de quem sempre esteve na ponta.
Quem é Dra. Cátia Justo?
Cátia nasceu em Itariri, uma cidade pequena no interior de São Paulo. Aos oito anos, foi morar em Santos. Estudou em escola pública do começo ao fim. E foi da escola pública que ela saiu, em 1982, rumo a Marília, quando passou na Faculdade de Medicina.
Aquele ano guarda duas escolhas que ela nunca abandonou. Uma foi a medicina. A outra foi a militância. O país ainda vivia sob a ditadura, e foi entre as aulas e as assembleias que Cátia começou a fazer política de verdade: no movimento estudantil, na organização Viração e no PCdoB, partido em que milita até hoje, mais de quarenta anos depois.
Formou-se médica em 1987, pela FAMEMA. Depois vieram a residência em Medicina Preventiva e Social, a pós-graduação em Saúde Pública, o título de intensivista, o mestrado pela UFMT, o doutorado pela UFS e um pós-doutorado pela Universidade Nova de Lisboa, concluído em 2025. No meio do caminho, ainda cursou Direito e passou na OAB. Nenhuma dessas conquistas veio de berço. Cada uma é fruto do estudo de uma menina de escola pública que decidiu não parar.
Quem conhece Cátia sabe: ela é médica, advogada, professora e pesquisadora. Mas, antes de tudo isso, é alguém que escolheu passar a vida cuidando de gente.
2. Uma vida dedicada às pessoas
Dá para entender muita coisa sobre uma pessoa pelo lugar onde ela decide trabalhar. Cátia escolheu os lugares mais difíceis.
Trabalhou em UTI, como médica intensivista, e coordenou UTI. Atuou no pronto-socorro, na urgência, onde as decisões são rápidas e as vidas dependem delas. Foi médica internista, gestora de leitos e diretora de hospital. Passou pelo Pronto Socorro do Jaçanã, pela rede pública de São Paulo e pelo CEREST, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador, cuidando de quem adoece por causa do trabalho.
Quando chegou a Sergipe, em 2011, foi para o Hospital de Urgências, o HUSE, como gestora de leitos. Depois passou pelo Hospital Primavera, pelo São Lucas e pelo São José, sempre na linha de frente. Não veio de fora para uma vaga confortável. Veio para trabalhar, e ficou.
Em 2012, tornou-se professora da Universidade Federal de Sergipe, em regime de dedicação exclusiva. Começou no campus de Lagarto, no interior, e hoje está em Aracaju. Coordena a Residência em Medicina de Família e Comunidade e é supervisora do Programa Mais Médicos desde a criação do programa, em 2013. Ou seja: além de atender, ela forma médicos. Ensina outros profissionais a fazerem o que ela sempre fez, cuidar das pessoas onde elas estão.
É essa vivência que Cátia leva consigo. Ela sabe como funciona uma UTI lotada, o que falta num posto de saúde do interior e porque o SUS precisa ser defendido com unhas e dentes. Não por teoria. Por ter estado lá.
3. Compromisso com a política
A militância de Cátia começou junto com a faculdade, em 1982, e nunca foi separada da sua vida profissional. As duas coisas caminham juntas há mais de quarenta anos.
Ainda na ditadura, atuou no movimento estudantil e chegou a presidir a União Estadual dos Estudantes na regional de Marília. Já médica, foi presidente do Sindicato dos Médicos de Assis por dois mandatos, defendendo a categoria e o direito da população à saúde. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, integrou a direção municipal e estadual do PCdoB.
Cátia também fez do combate ao racismo uma trincheira. Fundou a UNEGRO em Assis, na comunidade Zimbauê, militou na organização em Rondonópolis e hoje integra o NEABI, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas. É militante da União Brasileira de Mulheres e integra a diretoria plena da CTB em Sergipe.
Em 2004, foi candidata a vereadora em Assis. Faltaram cinquenta votos para a eleição, mas fez uma das melhores votações da eleição, superando nomes veteranos logo na primeira disputa. Aquele resultado disse muito sobre o tanto de gente que confia nela.
Hoje, em Aracaju, Cátia é vice-presidente do PCdoB de Sergipe e responsável pela formação política dos filiados. É desse chão, construído passo a passo, que nasce a sua pré-candidatura a deputada federal.
4. Por que essa candidatura importa?
Existe um tipo de político que aparece só na época da eleição. E existe Cátia, que está na luta há mais de quarenta anos, muito antes de qualquer voto.
A pré-candidatura dela a deputada federal por Sergipe não é um recomeço. É a continuação de uma vida coerente. Uma médica do SUS que quer defender o SUS. Uma professora que conhece a educação pública por dentro. Alguém que fez do antirracismo uma bandeira de vida. Uma trabalhadora que passou a vida ao lado de outros trabalhadores.
Sergipe merece ter em Brasília alguém que entende de gente de verdade. Que já cuidou de pessoas em UTI, que já sentou com trabalhadores no sindicato, que já ouviu as dores de quem depende do serviço público porque não tem outra opção. Cátia carrega tudo isso na bagagem.
O compromisso dela é simples de dizer e difícil de encontrar: colocar o mandato a serviço de quem sempre foi deixado por último. Saúde, educação, direitos, dignidade. As pautas de sempre, defendidas por quem nunca as abandonou.
5. Por que sua doação faz diferença?
Uma campanha como a de Dra. Cátia não se sustenta com grandes fortunas nem com favores de quem espera algo em troca. Ela se sustenta com gente. Com muita gente contribuindo com o que pode.
Cada doação, por menor que seja, faz três coisas ao mesmo tempo. Ajuda as propostas de Cátia a chegarem em mais lugares e mais ouvidos. Fortalece uma candidatura que não deve nada a ninguém, a não ser às pessoas que acreditam nela. E garante que quem decide os rumos dessa campanha seja você, e não o poder econômico.
Quando você doa, você não está só ajudando uma candidata. Você está dizendo que quer outro tipo de política. Está entrando na construção. Vira parte dela. A doação é um ato político!
É assim que se faz uma campanha limpa e independente: de baixo para cima, com muitas mãos.
Cátia passou a vida inteira cuidando dos outros. Agora é a vez de cuidarmos, juntos, dessa candidatura.
Você não precisa doar muito. Precisa doar de verdade, com a consciência de que está investindo numa pessoa preparada, séria e coerente, que vai levar para Brasília a experiência de quem sempre esteve na ponta.
Contribua com o valor que couber no seu bolso. Some-se a essa construção coletiva. Cada real vira alcance, vira presença, vira possibilidade de vitória.
Doar aqui é mais do que ajudar uma campanha. É apostar num Brasil mais justo e fazer parte da história que a Cátia vem escrevendo há mais de quarenta anos, agora ao seu lado.
Vamos juntos.