Delegado Felipe Curi

O Delegado Felipe Curi passou a vida inteira na linha de frente: mais de 5 mil prisões, bilhões retirados das mãos das facções, baleado com um tiro de fuzil em serviço. Colocou atrás das grades alguns dos maiores nomes do crime organizado no Rio de Janeiro: TH Joiás, Ecko, Adilsinho, Matuê, Chocolate, FatFamily, Cria da Maré, entre outros.
Tudo começou com uma dor: aos 18 anos, perdeu o pai em um latrocínio. Naquele dia nasceu uma promessa — combater quem destrói famílias. Entrou para a Polícia Civil e nunca recuou.
Anos coordenando operações e atuando na linha de frente o levaram ao mais alto cargo da segurança pública do estado: Secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro. Foi nesse posto que liderou a Megaoperação Contenção nos Complexos do Alemão e da Penha — a maior operação policial da história do Rio, com 117 criminosos mortos em confronto.
Depois de anos enfrentando o crime organizado, chegou a uma conclusão: as polícias já fazem o máximo. O que falta são leis mais duras para o criminoso e segurança jurídica para o policial atuar.
Por isso, ele deixou o comando da Secretaria e vai para onde as leis são feitas: a Câmara dos Deputados.
Sua doação não financia um político. Financia um delegado que conhece o crime por dentro — e sabe o que é preciso para vencer.
O Rio precisa de Cura.