Beto Vaz
30100Minha história foi transformada pela dor. Hoje, o luto ganhou um propósito.
Quem me vê na linha de frente do ativismo social talvez não conheça a trajetória que me trouxe até aqui.
Durante anos, atuei na segurança privada, protegendo vidas e preservando a ordem. Convivi com situações de alto risco, mas nenhuma delas se comparou ao dia em que perdi minha filha.
Em 2018, uma barbárie que comoveu o Brasil inteiro tirou de mim Vitória Gabrielly, a menina dos patins, aos 12 anos de idade. Seu desaparecimento mobilizou o país e expôs uma realidade cruel: além da perda irreparável, enfrentei a morosidade, o descaso e a sensação de abandono por parte das instituições.
Naquele momento, percebi que minha história não podia terminar no sofrimento. Ela precisava dar voz a tantas outras pessoas atingidas pela violência, pela negligência e pela falta de respostas.
Foi assim que me tornei ativista voluntário. Desde então, milhares de brasileiros passaram a confiar no meu trabalho para denunciar abusos, buscar orientação e exigir providências.
Agora, quero levar essa experiência para a vida pública.
Acredito em uma gestão que coloque a proteção da população no centro das decisões. Precisamos aperfeiçoar as políticas de segurança, fortalecer a prevenção, valorizar as forças policiais, combater o crime organizado e enfrentar com firmeza o abuso infantil, a violência doméstica e toda forma de criminalidade que destrói vidas.
Chega de leis que defendem o criminoso e esquecem a vítima. Vamos lutar pelo fim da 'saidinha' de presos e pela revisão criteriosa das audiências de custódia, que hoje servem apenas como porta giratória para a criminalidade.
Também defendo atenção permanente às famílias de pessoas desaparecidas. Nenhum desaparecimento pode ser tratado como estatística ou esquecido em uma gaveta. Cada caso exige prioridade, investigação eficiente e respeito à angústia de quem espera por respostas.
Da mesma forma, acredito na dignidade das pessoas com deficiência, com acesso à saúde especializada, inclusão, autonomia e direitos efetivamente garantidos.
Não sou político de carreira.
Sou pai. Conheço o peso da perda, da injustiça e da espera. Foi essa experiência que transformou minha indignação em serviço.
Minha pré-candidatura nasce desse propósito: contribuir para um país mais seguro, mais justo e mais humano.
Por que apoiar esta vaquinha?
Porque independência faz toda a diferença.
Não conto com grandes financiadores nem com o dinheiro de caciques políticos ou estruturas partidárias. Este projeto será construído por cidadãos que acreditam que a política deve voltar a servir às pessoas.
Cada contribuição ajudará a fortalecer uma candidatura transparente, responsável e comprometida com a defesa da vida, da liberdade, da justiça e da dignidade. Vocês serão o alicerce de uma campanha limpa, corajosa e movida pelo senso dos justos.
Se você acredita que a mudança acontece quando pessoas de bem decidem agir, venha caminhar ao meu lado.
Vamos transformar a indignação em atitude e construir, juntos, um Brasil onde a proteção do cidadão seja prioridade.
Vem comigo?