Anna Valente
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Minha candidatura tem uma característica importante: ela é matematicamente viável na região serrana em razão do sistema eleitoral proporcional. Diferentemente de outras candidaturas locais, não preciso do mesmo número de votos para disputar uma cadeira na Câmara Federal. Além do mais, entro nessa disputa pelo NOVO, o único partido 100% alinhado à defesa da liberdade econômica, da responsabilidade fiscal, pela redução de privilégios e pela liberdade de quem trabalha, empreende e produz. No NOVO, esses valores são inegociáveis.
Assim como meu grupo político, sou independente. Não existe padrinho político, grupo econômico ou estrutura de poder por trás da minha candidatura. Não tenho interesses escusos, interesses próprios ou rabo preso. E essa independência tem consequências. Se eu chegar ao mandato, não terei favores a devolver. Talvez, justamente por isso, grupos políticos locais não tenham interesse na minha disputa em igualdade de condições. Uma candidatura verdadeiramente independente não é confortável para quem está acostumado a controlar a política por meio de acordos escusos e interesses privados.
Eu não cheguei aqui no improviso. Antes de entrar no processo eleitoral, preparei-me por anos, estudando a sociedade, o poder, política e filosofia. Convivi com grupos de intelectuais e políticos onde essas questões são discutidas com profundidade. Só então me senti preparada. Para mim, política se faz pela limitação do poder do Estado e pela preservação da sanidade da sociedade.
Vivemos em um Estado cada vez maior, que cria dependência e dificulta a vida de quem trabalha e produz; com instituições que ultrapassam seus limites, gerando controle e insegurança jurídica; e diante de um sistema de privilégios que continua protegido enquanto a conta chega para o cidadão. Minha candidatura nasce também de um compromisso especial com Santa Catarina e com a Serra Catarinense, tão humilhada e esquecida nas últimas décadas. Lutarei para reduzir o peso do Estado, defender as liberdades e fazer com que as instituições respeitem seus limites.
Eu não quero entrar na política para seguir os protocolos dos politiqueiros. Por isso construí uma candidatura independente, ao lado de pessoas que entenderam que mudança de verdade não acontece em acordos de bastidores, mas pela organização de cidadãos comuns que reconhecem sua responsabilidade e decidem assumi-la.
Se você acredita nisso, faça parte desse projeto. Contribua com minha campanha. Qualquer valor ajuda a manter uma candidatura que não deve favores a grupos de poder e que pretende chegar à política com o propósito único de defender aquilo em que acredita.